Quem assume uma loja de 36 anos herda um nome bom, e o site já faz o mais difícil: foto, preço e um botão de WhatsApp que manda o nome do carro dentro de cada anúncio. Nada aqui é conta do que veio.
Abaixo, 3 dos 11. Dá pra conferir os três no seu celular, em 1 minuto, abrindo bmcarsm.com.br.
O botão do topo, o do rodapé e a bolinha verde que acompanha a página mandam este texto:
“Olá! Gostaria de mais informações sobre seus veículos”
Ela não diz se a pessoa veio do site, do Instagram ou de um anúncio. Quando chegarem 10 mensagens numa semana, ninguém vai saber qual porta trouxe cada uma.
Passamos por início, lista, página do carro, venda/troca, localização, sobre e contato. A palavra “financiamento” não aparece em nenhuma delas. A plataforma do site tem o endereço previsto; nenhum botão leva até ele.
A única linha sobre pagamento está em Observações, no pé de cada carro:
A lista de 38 carros mostra foto, ano, quilometragem e preço. O único botão em cada carro é o “olho” de ver. O WhatsApp só aparece depois de abrir o anúncio. A bolinha verde flutuante existe, mas fala da loja, não do carro que a pessoa está olhando.
Eles saem de olhar a loja inteira, do clique ao pátio: cada tela do celular e do computador, os 38 anúncios um a um, as lojas vizinhas. Não mostro aqui, porque sem o contexto viram só uma lista de defeitos.
O botão sai com o nome do carro e com “vim pelo site” na frase. Cada mensagem que chega já diz de onde veio.
Eles estão no Blueprint: o mapa completo da BM CAR, com o que arrumar primeiro, quanto tempo leva cada coisa e o que dá pra contar já no começo da gestão.
Chamar no WhatsApp Resposta de gente de verdade, sem robô.